Diego da Costa
12/01/2018 11:29:00
Veículo elétrico: parte da revolução que vai mudar o mundo

Dentre os assuntos que vão impactar a vida do profissional de administração e de todo ser humano, em futuro próximo, um tem destaque: veículo elétrico. Para trazer as ideias e informações a este espaço procuramos no site www.novacana.com essas novidades que nos fazem pensar sobre o futuro da humanidade. Ali encontramos um longo artigo de Angus McCrone, editor-chefe da Bloomberg New Energy Finance, e Michael Liebreich, presidente do Conselho da Bloomberg New Energy Finance, membro do Conselho de Transporte de Londres e um dos investidores da Chargepoint Inc., uma fornecedora de tecnologias para carregamento de carros elétricos.

A seguir um resumo: ”A mudança iminente para veículos elétricos e digitalmente conectados terá implicações dramáticas para o setor de transporte. Mas esta é só uma parte da revolução que afetará diversos segmentos... Uma das principais características de sistemas complexos, como os setores mundiais de energia e transporte, é que o processo de transformação vivenciado por eles tende a não ser linear... Uma segunda característica importante desse tipo de mudança de fase econômica é que, quando um grande setor se transforma, o resultado pode trazer consequências para toda a economia, gerando impactos em escala social. Estamos vendo esse efeito no setor elétrico neste momento. A rápida aceitação das energias renováveis pelo sistema energético não pode mais ser freada devido à redução de custos proporcionada pelas fontes eólicas e solares. Elas transformaram a forma como o mercado de energia funciona, tornando investimentos em outras fontes praticamente impossíveis; elas alteraram o paradigma do controle da rede baseado em cargas e picos para um de previsão e equilíbrio; elas mudaram o fluxo de investimentos, que passou dos sistemas de energia para os fornecedores de tecnologia; elas forçaram uma digitalização acelerada de todos os equipamentos. E elas também estão mudando a maneira como os prédios são projetados, os funcionários do setor de construção são treinados e as infraestruturas são financiadas.”

 

CRA Sergipe recebe o SIFA

O SIFA promete facilitar atividades do Administrador no Conselho. O Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) lançou o Sistema Integrado de Fiscalização e Autoatendimento, uma iniciativa do Conselho Federal de Administração (CFA) que objetiva promover a integração do Sistema CFA/CRAs por meio de ferramentas de tecnologias online. O lançamento ocorreu na última quarta-feira, 10, às 19h, no Auditório do CRA-SE. Estiveram presentes na cerimônia membros do CRA Sergipe e do CFA, como o presidente Adm. Wagner Siqueira e o diretor de Fiscalização e Registro, Adm. Marcos Kalebbe. O SIFA pretende integrar todos os serviços administrativos do Conselho Regional de Administração e tornar ainda mais precisa a fiscalização. Permite, ainda, que o profissional efetue vários serviços de forma simples através da internet. No CRA-SE, o SIFA já está em funcionamento. O CRA Sergipe é a nona unidade a receber o SIFA. Confira os CRAs que já estão com o sistema implantado: Mato Grosso (CRA-MT), Maranhão (CRA-MA), Paraíba (CRA-PB), Rio de Janeiro (CRA-RJ), Paraná (CRA-PR), Ceará (CRA-CE), Amazonas (CRA-AM) e Distrito Federal (CRA-DF). Fonte: CRA-SE

CRA-SE: Administradora é a primeira a fazer o registro profissional através do Autoatendimento do SIFA

A manhã da quinta-feira, 04 de janeiro, foi marcada por grande evolução no CRA-SE. Foi realizado pela primeira vez um registro profissional de um profissional de Administração através do Sistema Integrado de Fiscalização e Autoatendimento, o SIFA. Uma Administradora realizou com sucesso o procedimento e agora já é considerada uma profissional registrada no CRA-SE. Com inauguração marcada para o dia 10 de janeiro, às 19h, o SIFA já vem sendo utilizado no Conselho de Administração em Sergipe. Foi o caso da Adm. Vanessa Andrade Santos, que se dirigiu à sede do CRA-SE para tirar dúvidas a respeito da atualização cadastral, e acabou já garantindo o seu registro profissional de forma rápida e eficaz. Fonte: CRA-SE com alterações

 

PENSAMENTO: “A melhor maneira de conseguir respostas melhores é começar fazendo perguntas melhores.” Tony Robbins

01/01/2018 08:37:00
ANO NOVO, novas esperanças e oportunidades

Contagem regressiva. Ano novo chegando. Balanço geral. Expectativas sobre o que virá. Cada pessoa tem um sentimento sobre o ano que passou e o que se inicia. Afinal de contas, “seu jeito é o jeito certo.” Para este, 2018, há uma palavra recorrente, que todos desejam que se concretize: MUDANÇA. Claro que há muitas incertezas e, também, muitas oportunidades. Para o profissional de administração continuarão os desafios de atuar nos mais diversos segmentos da profissão com dedicação, seriedade, persistência sempre buscando contribuir para seu crescimento social, de sua família e de seu País. Ano Novo é oportunidade de renovar esperanças, fazer e refazer planos, analisar o que foi feito, manter a trajetória ou corrigir os equívocos. O ano de 2018 será um ano singular pois haverá a eleição para presidente República (além de senadores, deputados federais, deputados estaduais e distritais). Os grandes temas que interferem diretamente na vida de cada cidadão serão objeto de calorosas discussões. As turbulências acontecidas nos últimos anos poderão dar ao eleitor a sensação de desilusão, de que tudo está perdido, enfim, de que não vale a pena votar, participar. Mas aqui cabe a frase mágica: “a esperança é o último sentimento que morre” e nós, brasileiras e brasileiros, não podemos nos deixar abater. Vamos acender a chama da ESPERANÇA. No âmbito do Conselho Federal de Administração, como representante do estado de Sergipe, procuramos atuar em consonância com os anseios e expectativas do corpo de administradores que são filiados ao Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) e, também, daqueles profissionais que fazem parte do contingente que pode se filiar e integrar essa grande corporação que defende os interesses de todos, filiados ou não. Feliz ano novo!

 

FORMAÇÃO PROFISSIONAL I

 

A Câmara de Formação Profissional do CFA (CFP) tem como objetivo primordial contribuir para o processo de melhoria da qualidade do ensino de Administração no Brasil. A inserção dos profissionais de Administração no mercado de trabalho está intimamente associada a sua qualificação acadêmica. Dentro desse contexto o CFA envida esforços para que haja uma verdadeira revolução por meio da qual seja possível a criação de cursos de Administração voltados para além dos modelos tradicionais em direção a novas concepções, sintonizadas à realidade das modernas organizações e do mundo contemporâneo.

 

FORMAÇÃO PROFISSIONAL II

 

Um sistema educacional sinérgico, com capacidade de diagnosticar disfunções e realinhar ações de caráter corretivo, somente é alcançado por meio de parcerias. Em atendimento a esse preceito o CFA trabalha em parceria com a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração (ANGRAD), com o Ministério da Educação (MEC) e com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, dentre outras entidades ligadas à Administração. Fonte: CFA

 

GESTÃO PÚBLICA

Em 2013 o Conselho Federal de Administração criou a Câmara de Gestão Publica (CGP). No mesmo ano, a CGP idealizou o projeto Administrador na Gestão Municipal, que tem como objetivo principal profissionalizar a gestão pública por meio da inserção do Administrador nas prefeituras. O projeto é executado pelos Conselhos Regionais de Administração (CRAs), que a partir do Macro Projeto Nacional desenvolvem suas ações locais sustentadas por 4 eixos temáticos: 1) Articulação Político-Institucional do Sistema CFA/CRAs; 2) Estudos e Pesquisas; 3) Capacitação e; 4) Avaliação dos Resultados. Em dezembro de 2016, lançamos o Índice CFA de Governança Municipal (IGM-CFA) que consiste em uma métrica da governança pública nos municípios brasileiros a partir de três dimensões: Gastos e Finanças Públicas; Qualidade da Gestão; e Desempenho. Foi elaborado a partir de dados secundários, e considera áreas como saúde, educação, planejamento urbano, articulação institucional, gestão fiscal, habitação, recursos humanos e outras. Saiba mais sobre o IGM-CFA no hotsite da CGP. Fonte: CFA

 

PENSAMENTO: “Nosso medo pode ser nossa salvação.” Rick Hampson

19/12/2017 11:46:00
Inbound e outbound marketing

Em praticamente todas as áreas há, sempre uma análise envolvendo o velho e o novo. Em relação ao marketing não é diferente. Há uma infinidade de conceitos direcionados sobre esse termo: marketing político, cultural, esportivo, social, multinível, digital, pessoal, de rede, de relacionamento e tantos outros. Ele se caracteriza, no âmbito de Administração de Empresas, como “um conjunto de atividades que envolvem o processo de criação, planejamento e desenvolvimento de produtos ou serviços que satisfaçam as necessidades do consumidor, e de estratégias de comunicação e vendas que superem a concorrência” (fonte: www.significados.com.br). E há uma interessante abordagem sobre inboud e outbound marketing que podem ser apresentados sob diferentes e importantes focos quando utilizados de maneira correta. “Não há um modelo estabelecido para a utilização de cada um. Ao contrário do Inbound Marketing, o Outbound Marketing pode ser definido como a estratégia tradicional de marketing, em que a marca é ativa no processo de prospecção de clientes. Exemplo: enquanto no Inbound Marketing você aguarda o peixe morder a isca, no Outbound Marketing você joga uma rede. São consideradas ações de Outbound Marketing comerciais de TV, rádio, internet, telemarketing, mala direta, flyers e links patrocinados, etc.” (fonte: www.raffcom.com.br ). O Inbound Marketing se destina, primordialmente a atrair e fidelizar clientes. Tem o escopo principal não de ir atrás do cliente, mas despertar nele o interesse de tal forma que ele venha à empresa e também se interesse pelo que ela oferece, via conteúdos de qualidade para o público específico, para entendê-lo e despertar-lhe o interesse pelo que a organização empresarial oferece. Assunto palpitante e que requer aprofundados estudos sobre a importância de cada um para cada finalidade pretendida.

 

Palestra Beneficente I

 

Noções de Empreendedorismo no Século XXI marcam a última palestra beneficente de 2017. O Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) encerrou seu ciclo de palestras beneficentes de 2017 com conteúdos fundamentais para o Administrador. Foi realizada na última segunda-feira, 11, a palestra "Competências Essenciais para o Empreendedor do Século XXI", ministrada pelo conselheiro Adm. Vinícius Nejaim. A palestra, que já havia sido elogiada na Semana do Administrador, voltou a reunir profissionais de Administração. Desta vez, o evento ocorreu no Auditório do CRA-SE e recebeu doações de materiais de higiene pessoal que serão doados a uma instituição de caridade.

 

Palestra Beneficente II

 

Foram tratados na palestra diversos aspectos voltados à área comportamental do ser humano. "Dá-se muita atenção ao aspecto técnico da atividade fim dos negócios, e as vezes a gente esquece que quem toca a atividade fim são pessoas que desenvolvem comportamentos adequados ou não", explicou o Adm. Vinícius Nejaim. O palestrante falou sobre os comportamentos o profissional precisa ter para que ele consiga se desenvolver e, de certa forma, empreender também. "O ser humano precisa saber quais os comportamentos deve ter para atingir resultados positivos, para que ele consiga, dentre todas as pressões que o mercado impõe cada dia mais nas organizações, lidar bem com as tarefas. E, no final de tudo, ao realizar o que precisa realizar, que ele se sinta feliz", concluiu Nejaim. Representando o CRA-SE, marcaram presença os conselheiros Adm. Carlos Eloy Filho, Adm. Diego da Costa (federal) e a presidência do Conselho, através do presidente Adm. Sidney Vasconcelos e o Vice-presidente Adm. Flávio Henrique.

 

PENSAMENTO: “Marketing é uma guerra mental. São as ideias que estão na cabeça das pessoas que determinam se um produto terá sucesso ou não.” Al Ries

11/12/2017 11:22:00
Metas que desafiam

Este momento de final de ano é propício para fazermos uma reflexão sobre o que vamos fazer em 2018 e recorrer a um escritor que fala sobre o tema pode nos ajudar: Mark Murphy é autor do livro “Metas que desafiam: a ciência dos feitos extraordinários”. Escreve ele: “Você é a razão de eu ter escrito este livro. Com todos os desafios e as oportunidades com que deparamos em nossa empresa, em nossa família, em nossa carreira, em nossa vida pessoal e até mesmo em nosso país, nada mais útil do que realizarmos grandes feitos. Mas de onde é que vêm esses grandes feitos? Por que algumas pessoas conseguem tanto, ao passo que outras ficam falando sozinhas? Bem, para encontrar a resposta, podemos observar alguns empreendedores reais, em diversos ramos de atividade. Existe a mulher que trabalha e é capaz de perder dez quilos (e consegue manter essa forma), sendo promovida à diretoria da empresa e também encontrando tempo para comparecer a todos os grandes eventos da escola do filho – e que além de tudo está se preparando para correr sua quarta maratona este ano. Existe um sujeito que consegue guardar US$ 2 milhões no banco com um salário de professor. Também sei de um empresário que abriu uma empresa durante uma das piores recessões de todos os tempos e aumentou suas vendas em 1.200% no primeiro ano. E, é claro, existem CEOs famosos, como Steve Jobs e Jeff Bezos, o tipo de pessoa que nos deixa admirado com os produtos surpreendentes e inovadores que nunca param de criar. Será que esses hiper-realizadores são apenas mais motivados? Ou são mais disciplinados? A resposta a ambas perguntas é “sim”, mas não da forma como você imagina. O que essas pessoas têm – o que toda pessoa que experimentou a grandeza em todos os tempos tem – são metas que desafiam.” Quais seriam as Metas que desafiam?

Capacitação I

“Capacitação” é a palavra que deve estar constantemente no dia a dia do Administrador. Sabendo disso, o Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) promoveu em sua sede mais uma forma de aprimoramento profissional: o Curso de Formação e Aperfeiçoamento de Pregoeiros e Equipes de Apoio foi ministrado pelo Adm. Daniel Almeida. O evento, voltado para os mais diversos profissionais, reuniu Administradores e Tecnólogos que possuem registro no CRA-SE.

Capacitação II

O curso, com dois dias de programação e uma carga horária de 20h aos participantes, teve em seu conteúdo programático Noções de Licitação, Conceitos Iniciais e Avançados de Pregão (Eletrônico e Presencial) e até uma Simulação de Pregão. O Adm. Daniel Almeida, que é especialista em Gestão Pública e Privada, pensou na programação no intuito de passar conhecimento de forma completa para os profissionais que já atuam ou desejam atuar na área de Licitações. “Esse é um curso de formação. Então, quando a gente faz isso, a gente está habilitando os participantes para executar determinada atividade. O pregoeiro, para exercer essa atividade, precisa ser formado. E não é em curso superior, mas num curso de pregoeiro”, explicou Daniel.

Capacitação III

A Administradora Kátia Cruz participa com frequência dos eventos realizados pelo CRA Sergipe e agradece a oportunidade. “É maravilhosa essa chance de se atualizar para quem é Administrador e até para quem não é, porque um profissional atualizado é um profissional mais valorizado”, declarou. O participante Sérgio Filho, que é estudante de engenheira civil, também compareceu ao auditório do CRA-SE para aprimorar seus conhecimentos sobre pregão. “Eu, na área de engenharia, trabalho diretamente com isso. Eu já participo de licitação pública há uns dois anos, então para mim, é sempre bom saber mais. Sem dúvidas, é muito interessante essa integração das profissões, a Administração e a engenharia. Saber que nós também podemos participar desses cursos de formação no CRA-SE é muito legal”. O evento aconteceu nos dias 24 e 25 de novembro, e deu direito a certificado de participação aos presentes.

PENSAMENTO: “Tenha muita Fé em Deus que um dia você chega lá.” Ayrton Senna

05/12/2017 10:05:00
Associativismo e sua importância para a democracia

A sociedade civil vem, nos últimos anos, se fortalecendo e a vida associativa tem alcançado muitos avanços. E isto é muito importante para a consolidação da democracia em nosso País. É fácil definir o termo associação como um resultado de iniciativa, seja formal ou informal, de reunir pessoas com objetivos e interesses comuns (científicos, culturais, políticos, filantrópicos, econômicos, sociais, etc.) com a finalidade de gerar benefícios para si e/ou para terceiros, fortalecidas pela união para enfrentar desafios. Não se restringe a pessoas físicas e se constituem sob as mais variadas categorias, formais ou informais. É cada vez mais intenso o associativismo entre pessoas jurídicas porque no mundo empresarial um desses desafios se refere, por exemplo, à competitividade, dentre outros. Os entes econômicos precisam de cooperação recíproca, parcerias, união, para se tornarem mais competitivos. Com isto é possível fortalecer o compartilhamento de recursos, riscos, custos, pesquisas, acesso a mercados maiores, enfim, incentivar a busca de meios para melhorar o desempenho de todos os envolvidos, respeitadas as características individuais. Interessante notar que o associativismo ajuda, e muito, a estabelecer diálogos com o poder público com melhores resultados, além de dar visibilidade e respeito perante a sociedade às categorias que são representadas pelas associações, cooperativas, sindicatos, consórcios empresariais e outras entidades. É inegável que há ganhos consideráveis para o processo democrático, ainda que haja uma grande heterogeneidade de objetivos e propósitos nessa área com interesses muitas vezes conflitantes mas que fazem parte da essência da democracia.

Palestra I

O ano de 2017 já está se encerrando, mas o Conselho Regional de Administração (CRA-SE) ainda tem missões para o ano corrente. Sucesso da gestão, será realizada mais uma Palestra Beneficente, a última de 2017. E o responsável por encerrar este ciclo de palestras é o conselheiro Adm. Vinícius Nejaim, que apresentará "Competências Essenciais para o Empreendedor do Século XXI". O evento acontece no dia 11 de dezembro, a partir das 18h30, no auditório do CRA-SE.

Palestra II

Sempre voltado à capacitação de Administradores e Tecnólogos, o CRA-SE também tem a sua missão social muito clara e procura contribuir com a sociedade como um todo através de palestras como do Adm. Vinícius Nejaim. E é pensando assim que a inscrição para esta palestra é gratuita, mas é solicitada a entrega de um kit de higiene pessoal na entrada do evento. O material arrecadado será destinado a uma instituição de caridade. Para se inscrever visite crase.org.br

Palestra III

A palestra, que foi um grande sucesso nas comemorações para o Dia do Administrador, em setembro deste ano, será realizada por Vinícius Nejaim com conteúdos atualizados sobre o tema. O Administrador é conselheiro do CRA-SE, Mestre em Administração de Empresas, especialista em Estratégia e Gestão de Pessoas e consultor empresarial.

Doação I

O Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) esteve na tarde da segunda-feira, 27 de novembro, no Asilo Rio Branco para a entrega de doação de fraldas geriátricas. O material arrecadado é proveniente de mais uma das palestras beneficentes promovidas pelo Conselho. O Asilo Rio Branco existe desde 1911 e já ajudou centenas de idosos na cidade de Aracaju. Atualmente, a unidade possui 29 quartos, com capacidade para acolher quase 60 idosos. Além da gestora Adm. Jeane Santos, o asilo conta com a ajuda de cuidadores, enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeuta, nutricionista e médico. As doações são fundamentais para manter o local ajudando tantos idosos. Para contribuir com o Asilo Rio Branco, os interessados devem ligar para (79) 3217-6124.

PENSAMENTO: Você descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. William Shakespeare

30/11/2017 11:50:00
Transformação digital IV

Foram publicadas, nas três semanas anteriores, partes do artigo veiculado no site cio.com.br de autoria de Cezar Taurion. Hoje, a quarta e última parte:

O mercado, cada vez mais poderoso, é que determina o sucesso dos negócios. Os clientes valorizam custos (pay-per-use como exemplo), experiência (como autoatendimento, automação e personalização), e plataformas (como marketplaces e modelos de economia compartilhada, exemplificada com o Uber e outros).

Podemos simplificar dizendo que o que puder ser digitalizado o será, o que puder ser compartilhado, o será e o que puder ser feito sem intermediários, o será. Uma consequência disso é o processo de desagregação de indústrias consolidadas.

O cenário de transformação digital não é apenas o mundo dos Facebook, Google e outras empresas da Internet. Afeta a todos os setores de indústria, sejam bancos, empresas do setor farmacêutico ou manufaturas. Ficar inerte, escudado na regulação ou nas desculpas acomodadas que ouvimos muito, como “primeiro preciso arrumar a casa” não vão proteger a empresa. Não se negocia com disrupção. Ela simplesmente vem e passa por cima de negócios solidamente estabelecidos há décadas.

É uma jornada e, quanto mais cedo a percorrermos, melhores serão as chances de sobrevivência. Cinquenta anos atrás o tempo médio de vida das empresas da Fortune 500 era de 75 anos. Hoje está em 15 anos e declinando.

Esse estudo da McKinsey - “Three snapshots of digital transformation” - mostra três setores que estão sofrendo disrupção: bancos, varejo de alimentos e fármacos.

No setor financeiro, as Fintechs forçaram os bancos a saírem de sua inércia. O uso de algoritmos de “machine learning” está revolucionando a indústria de varejo de alimentos. E o setor farmacêutico, um “laggard” tradicional, começa a sofrer ataques que podem provocar mudanças significativas no seu negócio. As grandes corporações do setor estão acordando assustadas e se sentindo ameaçadas pela sua complacência em maturidade digital.

No estudo da McKinsey, a indústria farmacêutica e o setor público são os de menor quociente de maturidade digital. E nós ainda não vimos nada. As mudanças estão apenas começando e já mostrando seus impactos.

Nos próximos dez anos, não reconheceremos muitas das empresas atuais e muitas delas simplesmente deixarão de existir. Outras, que estão surgindo agora, tomarão seu lugar. A questão para os executivos das empresas veteranas é decidir, hoje, se querem ser sobreviventes ou não. Decidir em dois ou três anos já será tarde demais.

Transformação digital é basicamente uma questão de liderança, cultura, estratégia e gestão de talentos do que uma questão de tecnologia. Uma verdadeira transformação digital ocorre quando os modelos de negócios e métodos são reinventados por líderes corajosos, dispostos a aproveitar a oportunidade, mesmo sabendo dos riscos, e que estão realmente empenhados em desenhar seu próprio futuro, não esperando, em vão, que ele surja naturalmente.

Grandes líderes é que irão conduzir a transformação digital, enquanto os outros simplesmente irão gerenciar sua queda livre provocada pela transformação digital.”

ONG Transparente: Prestando Contas à Sociedade I

Mais um motivo de orgulho para o Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE). O conselheiro administrador José Helder, que também é o diretor de Formação Profissional do Conselho, participou da criação do “ONG Transparente: Prestando Contas à Sociedade”, um projeto do Centro de Apoio Operacional do Terceiro Setor, em parceria com diversos órgãos do Ministério Público do Estado de Sergipe (MPSE).

O projeto vem sendo desenvolvido há cerca de dois anos e, agora, está sendo lançada uma cartilha de orientação de prestação de contas para organizações não governamentais.

ONG Transparente: Prestando Contas à Sociedade II

O conselheiro do CRA-SE, administrador José Helder, participou da elaboração da cartilha e explica a importância do recurso. “A cartilha funciona como uma espécie de manual para as ONGs saberem a forma certa de prestar suas contas. É uma ferramenta de transparência, porque vai mostrar à sociedade se está havendo boa utilização dos recursos recebidos”, disse o administrador.

José Helder falou ainda dos motivos que levaram o CRA-SE a participar do projeto. “Esse manual vai além das questões contábeis. Se trata da utilização do recurso pela organização. Porque a ONG pode estar com tudo certo, todas as exigências contábeis da lei, tudo certo. Mas, e esse recurso que a ONG recebeu, ele está sendo bem utilizado? O serviço, a obra, o produto feito com esse recurso foi entregue à comunidade assistida? É também a administração desses recursos que está sendo observado”, completou o conselheiro. Fonte: CRA-SE

PENSAMENTO: “Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade.” Albert Einstein

24/11/2017 09:58:00
Transformação digital III

Foram publicadas, nas duas semanas anteriores, partes do artigo veiculado no site cio.com.br de autoria de Cezar Taurion. Por sua importância para uma efetiva abordagem do assunto, acrescenta-se, hoje, mais uma parte do mesmo artigo:Hoje, o pesadelo dos CEOs é acordar e ver que seu maior concorrente não existia na semana anterior, ou pelo menos ele não o tinha percebido. Muitas vezes, estas startups, passam despercebidas, pois uma empresa exponencial, em seu início, confunde-se com uma evolução linear. Mesmo dobrando a períodos curtos, no início, representa pouco. Por exemplo, quando elas têm participação de mercado de 0,1%, 0,2%, 0,4%... não aparecem nas estatísticas. Os veteranos simplesmente as ignoram. E continuam a fazê-lo mesmo quando começam a chamar atenção, com 1%, 2%, 4%. Ainda são vistas de forma: “menos de 10% do mercado... vai levar tempo para ser uma tecnologia disseminada”. E é aí que está o maior engano. Pensamos linearmente. E somos atropelados pela exponencialidade. De 10% vai para 20% e em pouco tempo elas têm 60% a 80% do mercado. Para complicar as coisas, muitas das empresas que esmagaram as veteranas nem tinham essa intenção, no início...” E prossegue o articulista: “Observem que as empresas já estabelecidas poderiam ter reagido, mas não perceberam a ameaça e nem pensaram em elas mesmas provocar a disrupção. A disrupção provocada pela transformação digital afetará, de forma mais intensa e bem mais rápida, a maiorias das empresas, muitas das quais ainda relutantes em reconhecer este cenário... “A transformação digital tem duas características que a distinguem do tradicional cenário competitivo: a velocidade e amplitude da mudança. Um exemplo é o WhatsApp que em poucos anos destruiu o mercado bilionário das mensagens de texto, SMS, das operadoras de telefonia móvel. O fato é que o WhatsApp e anteriormente o Skype, não surgiram de dentro das operadoras, que se acomodaram em seus modelos de negócio e não perceberam a mudança que já estava acontecendo. Os usuários começaram a usar, surgiram reportagens na mídia, seus amigos começaram a usar, mas os executivos se sentiam tão protegidos pelos seus “sólidos” modelos de negócio que não reconheceram o potencial de disrupção. E quando acordaram, começaram a tentar se proteger escudados em legislação. Não seguram o tsunami.”

 

Responsáveis Técnicos I

 

O Conselho Regional de Administração de Sergipe inovou e promoveu o I Encontro de Responsáveis Técnicos. No intuito de debater assuntos diversos dentro da temática, o CRA-SE reuniu administradores e tecnólogos no sábado, 11 de novembro. O encontro teve como tema principal a Reforma Trabalhista e marcou a estreia do mais novo auditório do Conselho de Administração. O encontro foi uma iniciativa do diretor de fiscalização do CRA-SE Adm. Jorge Cabral. O conselheiro falou da importância da realização de eventos como o Encontro de Responsáveis Técnicos. "Era um sonho da nossa gestão dar início a eventos como esse. Esse é apenas o primeiro encontro. Pretendemos fazê-los com frequência, debatendo os mais diversos assuntos. Essa casa pertence ao administrador. É importante que os profissionais saibam que é fundamental o registro no Conselho e que essas ações são justamente para para integrá-los ao CRA", afirmou.

 

Responsáveis Técnicos II

 

O registrado Adm. Richard Benjamin esteve presente no I Encontro de Responsáveis Técnicos e falou sobre o que acha da iniciativa. "O CRA busca através dessas reuniões é buscar soluções para que a gente coloque em prática o que é debatido aqui", disse. A tecnóloga em RH "Eu sou registrada há mais ou menos 7 anos e eu sentia muita falta de uma aproximação com o Conselho. Esses encontros e as palestras que o CRA tem promovido faz a gente se aproximar mais. Não fica aquela coisa distanta que a gente só paga e não recebe retorno", falou. Em breve, será realizado o II Encontro de Responsáveis Técnicos. Logo mais serão dadas mais informações.

 

PENSAMENTO: “Sendo motivado pela compaixão e amor, respeitando os direitos dos outros - essa é a verdadeira prática da religião.” Dalai Lama

17/11/2017 09:42:00
Transformação digital II

Na semana passada foi enfatizado que há um fenômeno mundial chamado de “transformação digital” e transcrita parte do artigo publicado no site cio.com.br por Cezar Taurion. Eis a continuação do referido artigo: “A essência da transformação digital é simples: digitalização → desmaterialização → desmonetização → democratização → disrupção que é outro conceito abordado em todas as conversas. O termo já existe há algum tempo. Quem o incorporou ao glossário de negócios foi o professor Clayton Christensen, em 1997, em seu livro “O Dilema da Inovação – quando as novas tecnologias levam empresas ao fracasso”. É um livro que me marcou muito e que ainda, volta e meia, dou uma olhada. Guardo com carinho na minha biblioteca. Sim, não havia Kindle na época. No livro, Christensen aponta como um novato pode vencer um veterano: em vez de tentar ser o melhor naquele jogo já dominado, mude as regras do jogo. Foi o que fizeram Airbnb, Uber, Amazon, Instagram e muitos outros. Simplesmente deslocaram seu foco do físico para o digital. Interessante que os disruptivos têm uma característica marcante:  não se sentem presos às regulações existentes. Aliás, não têm muito respeito pelas autoridades. Christensen percebeu isso e tomou emprestado o termo da psicologia. Um texto especializado em Psicologia diz: “Transtornos disruptivos são caracterizados por comportamentos de transgressão de regras, comportamentos desafiadores e antissociais, que provocam incômodo nas pessoas, gerando impacto no ambiente social e possui implicações severas.” Ora, é exatamente isso que as empresas disruptivas estão fazendo.”

 

Palestra beneficiente I

 

O Conselho regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) promoveu palestra beneficente sobre preparação de empresas para o eSocial. A palestra aconteceu na terça-feira, 14 de novembro, no auditório do Senac. A implantação do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) é o principal tema de mais uma palestra beneficente de uma série promovida pelo CRA-SE. A palestra foi apresentada pelo conselheiro do CRA-SE, o Adm. Henrique David Alves de Mendonça. O evento “eSocial e o seu Impacto nas Rotinas das Empresas. A sua empresa está preparada?”

 

Palestra beneficiente II

 

O eSocial é um sistema através do qual empregadores passarão a comunicar ao Governo, de forma unificada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com o palestrante, é de fundamental importância que as empresas entendam como funciona o eSocial. “É um projeto do Governo Federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. Muitas empresas precisarão avaliar os seus processos e exigirá também uma mudança de cultura. As informações exigidas pelo eSocial partirão de diferentes setores da empresa, o que exigirá que estejam integrados e se comuniquem com eficiência. Na palestra, serão apresentadas algumas etapas que as empresas já deverão seguir principalmente as informações de seus empregados para identificar inconsistências cadastrais”, explicou o Adm. Henrique David. Para mais informações das ações do Conselho, entre em contato com o CRA-SE através do telefone: (79) 3214-2229 e do e-mail assessoria@crase.org.br Fonte: CRA-SE com alterações

 

PENSAMENTO: “Pior que não terminar uma viagem é nunca partir.” Amyr Klink

06/11/2017 09:12:00
Transformação digital I

Em praticamente todas as áreas o ser humano se depara com esse verdadeiro fenômeno mundial chamado transformação digital. Sobre este assunto, veja-se trechos do artigo publicado no site cio.com.br por Cezar Taurion, head de Digital Transformation da Kick Corporate Ventures. Ele é autor de nove livros sobre Transformação Digital, Inovação, Open Source, Cloud Computing e Big Data.

Diz ele: “É indiscutível que o tema 'Transformação Digital' já está ou deveria estar, na agenda de todos os executivos. O interesse é muito grande, mas percebo que muitos ainda estão na atitude 'esperar para ver', e mesmo outros mostram certo ceticismo. Na verdade, o conceito, pelo hype de consultorias e fornecedores de tecnologia, está muito nebuloso. Muitas vezes, uma simples migração para cloud é considerada Transformação Digital! Ela não é apenas automação de processos ou adoção de tecnologias como cloud ou smartphones. É bem mais abrangente. Envolve uma mudança significativa no modelo mental e conceitos da empresa. Muitas vezes, inclusive, transformando seus modelos de negócios. Para fazer a Transformação Digital é essencial compreender sua essência. Uma verdadeira transformação é uma reinvenção do modelo organizacional (e não o simples deslocar de caixinhas), com processos digitais e muito mais ágeis, e o uso intenso do conceito de digitalização. A digitalização provoca a desmaterialização, que leva à desmonetização, que potencializa a democratização de uso. O smartphone é um exemplo clássico. Desmaterializou diversos equipamentos físicos como CDs, gravadores, GPS, câmeras fotográficas, filmadoras, etc, que estão agora embutidos em um único dispositivo, o próprio smartphone. A desmaterialização barateou o custo (somem o valor de todos esses equipamentos anteriormente comprados) e democratizou o uso. Comparem o antigo, caro e lento processo de fotografia analógica, com o de hoje, quando é possível tirar milhares de fotos e postar em suas redes sociais, aplicando filtros muito sofisticados, de forma totalmente gratuita.”

SIFA no Paraná I

A noite da terça-feira, 31 de outubro, foi especial para o Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR). O Regional acaba de inaugurar o Sistema Integrado de Fiscalização e Autoatendimento (SIFA), tecnologia que a atual gestão do Conselho Federal de Administração (CFA) adotou para promover a integração do Sistema CFA/CRAs. Por meio do SIFA, o profissional de Administração poderá solicitar serviços ao Regional de qualquer lugar por meio do autoatendimento on line. Para o presidente do CFA, administrador Wagner Siqueira, o principal benefício da ferramenta é o acesso facilitado que ela oferece aos profissionais de Administração e às pessoas jurídicas registradas no CRA. “As realidades e as circunstâncias de todos os Conselhos nos fazem não sermos, de fato, um Sistema. O Sistema será quando todos os CRAs tiverem o mesmo padrão de desempenho. Claro, guardadas as diferenças regionais. O que nós queremos é igualar tecnologicamente todos os estados colocando essa tecnologia a serviço do administrador”, explica.

SIFA no Paraná II

O presidente do CRA-PR, administrador Amilcar Pacheco dos Santos, ficou impressionado com os resultados que o SIFA vem apresentando. “Temos hoje cerca de 2,5 mil pessoas jurídicas registradas e nossa expectativa, com o SIFA, é triplicar esses números. Essa é uma ferramenta moderna e ágil e, o mais importante, de fácil aplicabilidade. Essa é uma verdadeira evolução no Sistema CFA/CRAS”, disse Amilcar, ressaltando que um dos principais benefícios que o SIFA trará para o Regional é a tornar a fiscalização mais efetiva. “Não pensamos só na receita, mas pensamos que temos um dever com a categoria”, avisou. Além do SIFA, o Regional passa a contar, também, com uma importante ferramenta de busca inteligente: o BIG DATA. Por meio da CNAE - Classificação Nacional de Atividades Econômicas - será possível registrar mais empresas no Sistema, o que significa mais empregos para os profissionais de Administração. Fonte: CFA

PENSAMENTO: “Eu temo o dia em que a tecnologia ultrapasse nossa interação humana, e o mundo terá uma geração de idiotas.” Desconhecido

23/10/2017 12:25:00
A reinvenção do profissional

Conhecimento, Habilidade e Atitude, em conjunto, formam a competência humana. Este é o famoso CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude). Sobre este assunto, O COACH Alexandre Prates apresentou um modelo muito interessante de REINVENTAR O COMPORTAMENTO HUMANO. Ele se referiu a um artigo sobre marketing pessoal da consultora Dulce Magalhães onde se encontra a seguinte  frase: “Marketing Pessoal não é divulgar uma melhor imagem de nós mesmos, mas nos tornarmos pessoas melhores.”

Com essa frase é possível refletir sobre o comportamento de cada um e sobre as competências do profissional do futuro. Este profissional necessitará de cinco inteligências: de mercado, empreendedora, inspiracional, relacional e potencial. Elas têm particularidades e devem ser trabalhadas da seguinte forma:

 

Cabeça (Pensar) – Inteligência de Mercado / A Inteligência Estratégica;

Mãos (Agir) – Inteligência Empreendedora / A Inteligência do Resultado;

Alma (Ser) – Inteligência Inspiracional / A Inteligência do Exemplo;

Coração (Sentir) – Inteligência Relacional / A Inteligência da Conquista;

Instinto (Evoluir) – Inteligência Potencial / A Inteligência da Autogestão.

Esta matéria está amplamente esclarecida no livro  “A Reinvenção do Profissional – Tendências Comportamentais do Profissional do Futuro.”

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Colunista Diego da Costa
Diego da Costa
Diego da Costa é Administrador, CRA-SE 203501, Especialista em Marketing, Líder Coach Psicopositivo, Coach ISOR, Conselheiro Federal de Administração representando Sergipe, Associado fundador do Rotary Club de Aracaju Nova Geração, fundador do Conselho de Jovens Empreendedores de Sergipe, Consultor e Mentor.

 

O conteúdo desta publicação é de responsabilidade do colunista.

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