Diego da Costa
17/11/2017 09:42:00
Transformação digital II

Na semana passada foi enfatizado que há um fenômeno mundial chamado de “transformação digital” e transcrita parte do artigo publicado no site cio.com.br por Cezar Taurion. Eis a continuação do referido artigo: “A essência da transformação digital é simples: digitalização → desmaterialização → desmonetização → democratização → disrupção que é outro conceito abordado em todas as conversas. O termo já existe há algum tempo. Quem o incorporou ao glossário de negócios foi o professor Clayton Christensen, em 1997, em seu livro “O Dilema da Inovação – quando as novas tecnologias levam empresas ao fracasso”. É um livro que me marcou muito e que ainda, volta e meia, dou uma olhada. Guardo com carinho na minha biblioteca. Sim, não havia Kindle na época. No livro, Christensen aponta como um novato pode vencer um veterano: em vez de tentar ser o melhor naquele jogo já dominado, mude as regras do jogo. Foi o que fizeram Airbnb, Uber, Amazon, Instagram e muitos outros. Simplesmente deslocaram seu foco do físico para o digital. Interessante que os disruptivos têm uma característica marcante:  não se sentem presos às regulações existentes. Aliás, não têm muito respeito pelas autoridades. Christensen percebeu isso e tomou emprestado o termo da psicologia. Um texto especializado em Psicologia diz: “Transtornos disruptivos são caracterizados por comportamentos de transgressão de regras, comportamentos desafiadores e antissociais, que provocam incômodo nas pessoas, gerando impacto no ambiente social e possui implicações severas.” Ora, é exatamente isso que as empresas disruptivas estão fazendo.”

 

Palestra beneficiente I

 

O Conselho regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) promoveu palestra beneficente sobre preparação de empresas para o eSocial. A palestra aconteceu na terça-feira, 14 de novembro, no auditório do Senac. A implantação do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) é o principal tema de mais uma palestra beneficente de uma série promovida pelo CRA-SE. A palestra foi apresentada pelo conselheiro do CRA-SE, o Adm. Henrique David Alves de Mendonça. O evento “eSocial e o seu Impacto nas Rotinas das Empresas. A sua empresa está preparada?”

 

Palestra beneficiente II

 

O eSocial é um sistema através do qual empregadores passarão a comunicar ao Governo, de forma unificada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com o palestrante, é de fundamental importância que as empresas entendam como funciona o eSocial. “É um projeto do Governo Federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. Muitas empresas precisarão avaliar os seus processos e exigirá também uma mudança de cultura. As informações exigidas pelo eSocial partirão de diferentes setores da empresa, o que exigirá que estejam integrados e se comuniquem com eficiência. Na palestra, serão apresentadas algumas etapas que as empresas já deverão seguir principalmente as informações de seus empregados para identificar inconsistências cadastrais”, explicou o Adm. Henrique David. Para mais informações das ações do Conselho, entre em contato com o CRA-SE através do telefone: (79) 3214-2229 e do e-mail assessoria@crase.org.br Fonte: CRA-SE com alterações

 

PENSAMENTO: “Pior que não terminar uma viagem é nunca partir.” Amyr Klink

06/11/2017 09:12:00
Transformação digital I

Em praticamente todas as áreas o ser humano se depara com esse verdadeiro fenômeno mundial chamado transformação digital. Sobre este assunto, veja-se trechos do artigo publicado no site cio.com.br por Cezar Taurion, head de Digital Transformation da Kick Corporate Ventures. Ele é autor de nove livros sobre Transformação Digital, Inovação, Open Source, Cloud Computing e Big Data.

Diz ele: “É indiscutível que o tema 'Transformação Digital' já está ou deveria estar, na agenda de todos os executivos. O interesse é muito grande, mas percebo que muitos ainda estão na atitude 'esperar para ver', e mesmo outros mostram certo ceticismo. Na verdade, o conceito, pelo hype de consultorias e fornecedores de tecnologia, está muito nebuloso. Muitas vezes, uma simples migração para cloud é considerada Transformação Digital! Ela não é apenas automação de processos ou adoção de tecnologias como cloud ou smartphones. É bem mais abrangente. Envolve uma mudança significativa no modelo mental e conceitos da empresa. Muitas vezes, inclusive, transformando seus modelos de negócios. Para fazer a Transformação Digital é essencial compreender sua essência. Uma verdadeira transformação é uma reinvenção do modelo organizacional (e não o simples deslocar de caixinhas), com processos digitais e muito mais ágeis, e o uso intenso do conceito de digitalização. A digitalização provoca a desmaterialização, que leva à desmonetização, que potencializa a democratização de uso. O smartphone é um exemplo clássico. Desmaterializou diversos equipamentos físicos como CDs, gravadores, GPS, câmeras fotográficas, filmadoras, etc, que estão agora embutidos em um único dispositivo, o próprio smartphone. A desmaterialização barateou o custo (somem o valor de todos esses equipamentos anteriormente comprados) e democratizou o uso. Comparem o antigo, caro e lento processo de fotografia analógica, com o de hoje, quando é possível tirar milhares de fotos e postar em suas redes sociais, aplicando filtros muito sofisticados, de forma totalmente gratuita.”

SIFA no Paraná I

A noite da terça-feira, 31 de outubro, foi especial para o Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR). O Regional acaba de inaugurar o Sistema Integrado de Fiscalização e Autoatendimento (SIFA), tecnologia que a atual gestão do Conselho Federal de Administração (CFA) adotou para promover a integração do Sistema CFA/CRAs. Por meio do SIFA, o profissional de Administração poderá solicitar serviços ao Regional de qualquer lugar por meio do autoatendimento on line. Para o presidente do CFA, administrador Wagner Siqueira, o principal benefício da ferramenta é o acesso facilitado que ela oferece aos profissionais de Administração e às pessoas jurídicas registradas no CRA. “As realidades e as circunstâncias de todos os Conselhos nos fazem não sermos, de fato, um Sistema. O Sistema será quando todos os CRAs tiverem o mesmo padrão de desempenho. Claro, guardadas as diferenças regionais. O que nós queremos é igualar tecnologicamente todos os estados colocando essa tecnologia a serviço do administrador”, explica.

SIFA no Paraná II

O presidente do CRA-PR, administrador Amilcar Pacheco dos Santos, ficou impressionado com os resultados que o SIFA vem apresentando. “Temos hoje cerca de 2,5 mil pessoas jurídicas registradas e nossa expectativa, com o SIFA, é triplicar esses números. Essa é uma ferramenta moderna e ágil e, o mais importante, de fácil aplicabilidade. Essa é uma verdadeira evolução no Sistema CFA/CRAS”, disse Amilcar, ressaltando que um dos principais benefícios que o SIFA trará para o Regional é a tornar a fiscalização mais efetiva. “Não pensamos só na receita, mas pensamos que temos um dever com a categoria”, avisou. Além do SIFA, o Regional passa a contar, também, com uma importante ferramenta de busca inteligente: o BIG DATA. Por meio da CNAE - Classificação Nacional de Atividades Econômicas - será possível registrar mais empresas no Sistema, o que significa mais empregos para os profissionais de Administração. Fonte: CFA

PENSAMENTO: “Eu temo o dia em que a tecnologia ultrapasse nossa interação humana, e o mundo terá uma geração de idiotas.” Desconhecido

23/10/2017 12:25:00
A reinvenção do profissional

Conhecimento, Habilidade e Atitude, em conjunto, formam a competência humana. Este é o famoso CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude). Sobre este assunto, O COACH Alexandre Prates apresentou um modelo muito interessante de REINVENTAR O COMPORTAMENTO HUMANO. Ele se referiu a um artigo sobre marketing pessoal da consultora Dulce Magalhães onde se encontra a seguinte  frase: “Marketing Pessoal não é divulgar uma melhor imagem de nós mesmos, mas nos tornarmos pessoas melhores.”

Com essa frase é possível refletir sobre o comportamento de cada um e sobre as competências do profissional do futuro. Este profissional necessitará de cinco inteligências: de mercado, empreendedora, inspiracional, relacional e potencial. Elas têm particularidades e devem ser trabalhadas da seguinte forma:

 

Cabeça (Pensar) – Inteligência de Mercado / A Inteligência Estratégica;

Mãos (Agir) – Inteligência Empreendedora / A Inteligência do Resultado;

Alma (Ser) – Inteligência Inspiracional / A Inteligência do Exemplo;

Coração (Sentir) – Inteligência Relacional / A Inteligência da Conquista;

Instinto (Evoluir) – Inteligência Potencial / A Inteligência da Autogestão.

Esta matéria está amplamente esclarecida no livro  “A Reinvenção do Profissional – Tendências Comportamentais do Profissional do Futuro.”

20/10/2017 17:00:00
Procura-se um bom líder

Liderança é a arte de comandar pessoas, atraindo seguidores e influenciando de forma positiva mentalidades e comportamentos. Quais são os principais líderes mundiais que existem ou existiram? Margaret Thatcher (1925-2013), política britânica e primeira-ministra do Reino Unido ente 1979 e 1990, certa vez disse: “Estar no poder é como ser uma dama. Se tiver que lembrar às pessoas que você é, você não é.” Liderar é um verbo, uma ciência, uma arte e um exercício.

Existe uma diferença entre cargo, função e o trabalho informal. A liderança pode surgir de forma natural, quando uma pessoa se destaca no papel de líder, sem possuir um cargo de gerente, diretor e presidente. É um tipo de liderança informal. Quando um líder é eleito por uma organização e passa a assumir um cargo de autoridade, exerce uma liderança formal. O que é melhor? “Deseja conhecer uma pessoa? Dê poder a ela”. Já escutou isso?

Um líder é uma pessoa que dirige ou aglutina um grupo, podendo estar inserido no contexto das empresas, organizações, de indústria, do comércio, no exército etc. Existem vários tipos de líder, que mudam em função das características do grupo (unidade de combate, equipe de trabalho, time de alta performance, grupo de adolescentes).

O líder tem a função de unir os elementos do grupo, para que juntos possam alcançar seus objetivos. A liderança está relacionada com a motivação, porque um líder eficaz sabe como motivar os elementos do seu grupo ou equipe.

Novas abordagens sobre o tema defendem que a liderança é um comportamento que pode ser exercitado e aperfeiçoado, treinado. As habilidades de um líder envolvem carisma, paciência, respeito, disciplina e, principalmente, a capacidade de influenciar os subordinados.

A palavra liderança tem origem no termo em inglês leader, que significa líder. Em inglês, liderança é traduzida para leadership. Ex: He is a good boss because he has good leadership skills. / Ele é um bom chefe porque tem boa capacidade de liderança.

Tipos de liderança:

Os três estilos clássicos de liderança, que definem a relação entre o líder e os seus seguidores, são: Autocrática, Democrática e Liberal (ou Laissez-faire).

Liderança Autocrática: É um tipo de liderança autoritária, na qual o líder impõe as suas ideias e decisões ao grupo. O líder não ouve a opinião do grupo. Existem muitos assim?

Liderança Democrática: O líder estimula a participação do grupo e orienta as tarefas. É um tipo de liderança participativa, em que as decisões são tomadas após debate e em conjunto. Aqui construir o consenso é o caminho. Não existe a maioria, existe “todos”.

Liderança Liberal: Há liberdade e total confiança no grupo. As decisões são delegadas e a participação do líder é limitada. Neste momento, para ajudar, entra a definição de INTELIGÊNCIA EMOCIONAL do professor de Harvard e autor de sucesso, Daniel Goleman: ele diz que é um termo amplo e abrange habilidades interpessoais, motivação, trânsito social, empatia e autopercepção.

Liderança nas Organizações:

Em uma organização, a liderança é um tema de fundamental importância, pois está relacionado com o sucesso ou o fracasso, com conseguir ou não atingir os objetivos definidos. Principalmente no contexto empresarial ou de uma organização, é importante saber fazer a distinção entre líder e chefe.

Um chefe tem a autoridade para mandar e exigir obediência dos elementos do grupo porque muitas vezes se considera superior a eles. Um bom líder aponta a direção para o sucesso, exercendo disciplina, paciência, compromisso, respeito e humildade. Procura-se um bom líder.

LIDERANÇA

A natureza e o exercício da liderança têm sido foco de pesquisas do homem ao longo da sua história. Bernard Bass (2007) argumenta que "desde sua infância, o estudo da história tem sido o estudo dos líderes - o quê e por que eles fizeram o que fizeram".[1] A busca do ideal do líder também está presente no campo da filosofia. Platão, por exemplo, argumentava, em A República, que o regente precisava ser educado com a razão, descrevendo o seu ideal de "rei filósofo". Outros exemplos de filósofos que abordaram o tema foram Confúcio, Lao-Tsé e Sun-Tzu.

A condução de um grupo de pessoas, transformando-o numa equipe que gera resultados, é chamada de liderança. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva, para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos da equipe e da organização, seja com ou sem fins lucrativos.

Assim, o líder diferencia-se do chefe, que é aquela pessoa encarregada por uma tarefa ou atividade de uma organização e que, para tal, comanda um grupo de pessoas, tendo autoridade de mandar e exigir obediência. Para os gestores atuais, são necessárias não só as competências do chefe, mas principalmente as do líder.

Acadêmicos argumentam que a liderança como tema de pesquisa científica surgiu apenas depois da década de 1930 fora do campo da filosofia e da história. Com o passar do tempo, a pesquisa e a literatura sobre liderança evoluíram de teorias que descreviam traços e características pessoais dos líderes eficazes, passando por uma abordagem funcional básica, que esboçava o que líderes eficazes deveriam fazer, e chegando a uma abordagem situacional ou contingencial, que propõe um estilo mais flexível, adaptativo para a liderança eficaz. James C. Hunter escreveu “O monge e o executivo – uma história sobre a essência da liderança”, vendendo milhões de exemplares e que resultou em dois outros livros. Na sequência “Como se tornar um líder servidor – os princípios de liderança de o monge e o executivo” e “De volta ao mosteiro – O monge e o executivo falam de liderança e trabalho em equipe” - livros básicos para quem deseja estudar sobre o tema.

Nos últimos anos, boa parte dessas pesquisas e obras têm sido criticadas por serem de escopo muito restrito, mais preocupadas com a explicação dos comportamentos de líderes face a face com seus colaboradores, ao invés de examinar os líderes no contexto maior de suas organizações, prestando pouca atenção ao papel da liderança organizacional em termos do tratamento da mudança ambiental. É o processo de maior importância ao qual se deve fazer ênfase.

A liderança é a arte de conduzir pessoas a alcançar, com êxito, os resultados planejados.

Essa habilidade é uma das principais características que ajudam um indivíduo a destacar-se tanto na vida pessoal quanto no trabalho.

Mas, afinal, essa capacidade de influenciar e direcionar os outros é um dom natural ou uma competência que pode ser desenvolvida ao longo da vida?

Para muitos estudiosos, as duas coisas podem acontecer e, ainda que seja uma característica intrínseca, a liderança precisa ser aperfeiçoada no decorrer do desenvolvimento da pessoa.

Quais são os tipos de líderes?

Exigente

Observa todos os detalhes e não deixa nenhum deslize passar despercebido. Entende que para algo dar certo, “todos os buracos têm que estar tapados” e não há o menor espaço para pequenos erros. Muito crítico, observador e perfeccionista, esse líder acredita que a excelência é o caminho para a obtenção do sucesso.

Autocrático

Não promove a participação efetiva da equipe nos projetos, toma sozinho todas as decisões necessárias e costuma oprimir seus subordinados, enxergando neles concorrentes e não colaboradores. Ele sempre conduz os processos com muita energia e vigor, mas, como não valoriza as competências, os conhecimentos e os resultados dos subordinados, acaba criando um ambiente de trabalho no qual os profissionais são cobrados excessivamente. Isso causa certo desconforto e limita a performance do grupo. É mais conhecido como um chefe do que um líder.

Liberal

Dá aos colaboradores liberdade para exercerem suas funções sem interferências diretas. Os próprios profissionais ficam responsáveis por gerenciar os resultados de seu trabalho. É uma forma de demonstrar confiança na capacidade dos colaboradores e de dar a eles mais autonomia. No entanto, o líder liberal precisa estar atento para que os colaboradores não fiquem sem condução nem cometam erros graves e prejudiquem o desempenho da empresa.

Visionário

Tem senso de oportunidade e um otimismo latente. Capaz de antecipar tendências, é empreendedor e tem disposição para correr riscos. Essa capacidade de prever as reações do mercado está sempre amparada em pesquisas e análises de comportamento das pessoas sobre produtos ou serviços. Esse tipo de liderança reconhece a importância dos colaboradores para a obtenção de bons resultados e busca motivá-los constantemente.

Democrático

Permite que todos os liderados participem das decisões importantes do grupo e acredita ideias; críticas e sugestões são importantes para aperfeiçoamento dos projetos, da equipe e da organização como um todo. Essa abertura de espaço para diálogos, a comunicação efetiva e os feedbacks constantes facilitam a solução de problemas internos e garantem os bons resultados dessa liderança. De todo modo, o líder democrático precisa ter inteligência para encontrar o equilíbrio e não perder o controle, o foco e a objetividade.

Leader Coach

Sabe delegar com assertividade, uma vez que identifica as capacidades individuais de cada um de seus liderados e as utiliza para potencializar seus resultados. Ele apresenta desafios e novidades motivadoras, que criam um ambiente colaborativo e empreendedor, favorável à evolução profissional e ao alcance das metas da empresa. Modelada pelos princípios do Coaching, esse tipo de liderança estimula as competências, conduz projetos em parceria, leva em conta as opiniões dos colaboradores e os motiva a confiarem no trabalho desenvolvido.

Como você pode observar, existem diversas teorias e modelos de liderança, além de  diferentes perfis de líder. E, quando se analisa todos esses conceitos, chega-se a conclusão de que um bom líder sabe ser carismático e íntegro, ouvir e motivar os outros, compartilhar experiências e tomar decisões. Ele conquista o respeito dos liderados por seus exemplos e é dono de virtudes distintas que o ajudam a encarar desafios de forma otimista e criativa. É justamente esse tipo de líder, capaz de ensinar, delegar, acompanhar, inspirar e mobilizar os colaboradores que as empresas procuram. Assim, procura-se um bom líder.

Fonte: O Monge e o Executivo / Como se tornar um Líder Servidor / De volta ao Mosteiro. James C. Hunter. www.significados.com.br/lideranca

16/10/2017 11:41:00
Por que estudar Administração?

A resposta pode ser encontrada na teoria, na leitura de diversos livros sobre administração e na própria experiência individual.

As habilidades e competências de um administrador são úteis não apenas no ambiente corporativo, mas também no dia a dia. O administrador deve saber como lidar com pessoas de formações, perfis, condutas e expectativas distintas. Em outras palavras, saber planejar, organizar, liderar, controlar, coordenar, motivar, saber gerenciar expectativas (inclusive as suas!), entre outras.

Atualmente, as organizações com administradores que apenas dizem aos colaboradores o que fazer estão perdendo espaço (e mercado!). Gestão ágil e mais participativa, contemplando diferentes pontos de vista e contribuições individuais, são exigências deste mercado.

Espera-se não só preparo técnico, mas uma visão abrangente e humana do contexto empresarial em um ambiente de complexidade crescente. O estudo da administração tem aplicação direta na vida pessoal de cada um. Interação com pessoas, realização de planos, tomada de decisões, gerenciamento de recursos são alguns exemplos de atividades realizadas no cotidiano. Daí, a importância de estudar administração. Finalmente, estude Administração todos os dias.

13/10/2017 11:23:00
Presidente Wagner participa de bate-papo ao vivo nas redes sociais do Administradores.com

O presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Adm. Wagner Siqueira, participou de uma live no Facebook do portal Administradores.com. O bate-papo foi conduzido pelo CEO do portal, Adm. Leandro Vieira, na manhã da terça-feira, 10 de outubro.

 

Durante a conversa, Wagner falou do seu trabalho no CFA. Ele assumiu a presidência da autarquia em janeiro deste ano com a missão de fazer “20 anos em 2”. Segundo ele, com o apoio do plenário do CFA e dos Regionais, muita coisa avançou nesses meses.

 

Essa evolução, de acordo com Leandro, é visível. “Nós, do Administradores.com, estamos acompanhando o trabalho do Conselho, e é realmente impressionante o que a gente conseguiu evoluir em todas as esperas, em todo trabalho feito pelo Conselho. Quero dar os parabéns publicamente”, disse.

 

Um dos temas na pauta da live foi a campanha contra o boleto registrado. Outro assunto comentado foi o registro profissional para mestre e doutores em Administração. O presidente do CFA esclareceu, ainda, as dúvidas sobre o papel do Sistema CFA/CRAs. “Muitos profissionais deixam de se registrar. É preciso aumentar o nível de consciência profissional. O que o Conselho vai me dar? Não! É preciso inverter a pergunta para ‘O que você vai oferecer para a sua profissão?’. A medida que formos mais unidos, mais fortes para a luta conjunta, vamos melhorar a profissão”, explicou.

 

As polêmicas a cerca do PL nº 439 também foram esclarecidas. “Esse é um projeto que nos dedicamos intensamente. O problema que estava tendo, anteriormente, é que não estava acontecendo um diálogo com as outras profissões. Mas quando passamos a dialogar com essas categorias como economistas e psicólogos, fizemos ajustes e avançamos muito”, justificou.

 

A medida que a live ia acontecendo, Wagner foi respondendo dúvidas dos internautas. Um dos questionamentos pediu dicas para se destacar no mercado de trabalho. O presidente do CFA ressaltou que “não basta ter só o diploma” e orientou: “A primeira coisa é ter registro no Conselho. Muitas pessoas são bacharéis em Administração, mas não são administradores. O segundo ponto é participar, efetivamente, do seu Conselho. Estudar sempre”, finalizou o presidente do CFA.

 

Você pode conferir a live na íntegra aqui:  https://www.facebook.com/portaladministradores/

 

(Fonte: Conselho Federal de Administração - CFA)

30/08/2017 08:27:00
Gerenciamento da atenção

Acontece com a maioria das pessoas que lida com as ferramentas modernas de comunicação, como Facebook, Whatsapp, e-mail, Instagram, etc. Ao ligar o computador ou o celular, há uma bateria de informações tão intensa que a tendência é tentar fazer uma “ligeira” verificação nos favoritos, nas notícias políticas, esportivas, climáticas, nos conselhos sobre vida saudável, nas novidades sobre a vida dos famosos e assim por diante. Quando se dá “atenção “ao objetivo principal já se passou um bom tempo. Ai surge a constatação de que gerenciar a atenção é da mais alta importância para o aproveitamento efetivo do tempo até mesmo como um recurso estratégico. Interessante abordagem foi feita por Regina Giannetti Pereira, (https://reginagiannetti.wordpress.com) coach, especialista em mindfulness (atenção plena) que é um recurso da neurociência que aumenta o poder de foco e concentração, favorece a autoconsciência e a autorregulação emocional, amplia a capacidade de percepção e a criatividade. Diz ela: “Se você não gerenciar sua atenção, nem todo tempo do mundo vai ajudá-lo. Precisamos tratar a atenção como um recurso estratégico. Pessoas com a habilidade de gerenciá-la são mais efetivas no que fazem e melhoram o clima de trabalho. Cada vez mais as pessoas estão buscando ferramentas de gestão do tempo para se organizar e aumentar sua produtividade. Isso é da maior importância, sem dúvida, mas não é tudo. Para ser produtivo, é preciso também fazer uma boa gestão da atenção. E gestão da atenção, infelizmente, tem sido um problema hoje. Um sinal incontestável disso vem de uma pesquisa da Universidade de Harvard com milhares de participantes em 80 países. Um aplicativo de celular criado para a pesquisa chamava as pessoas em momentos aleatórios do dia e elas respondiam algumas perguntas. Resultado: em praticamente metade do tempo, as pessoas estavam pensando em algo que nada tinha a ver com o que estavam fazendo.”

 

Dia do Administrador I

 

O Conselho Regional de Administração receberá o pioneiro na combinação de Startups, Empreendedorismo, Neurociência e Marketing. O dia 9 de setembro é celebrado o Dia do Administrador. E para comemorar a data, o Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) promoverá no dia 5 de setembro, palestras comemorativas em homenagem aos profissionais da Administração, com tema central sobre o Empreendedorismo. Um dos palestrantes é um dos jovens mais influentes no fomento do empreendedorismo de Alto Impacto (Startups) do Brasil. As palestras serão ministradas no auditório do Hotel Del Mar, Aracaju, às 18h.

 

Dia do Administrador II

 

O tema central das palestras é uma reflexão sobre as alternativas encontradas pela população que passa por dificuldades financeiras: Empreender. O último dado sobre a taxa de desemprego no Brasil, divulgado pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - apontou que 14,9% da população não possui trabalho formal. Diante do alto número de desempregados, muitos questionam como os trabalhadores sobrevivem? O empreendedorismo e a autonomia tornam-se alternativas para o meio rentável. No entanto, é natural surgir dificuldades em transformar oportunidades em negócios. Pensando nisso, o CRA-SE traz a discussão acerca do empreendedorismo e das startups com as palestras: " Empreendedorismo e Inovação de Alto Impacto: A sua única garantia de futuro", ministrada pelo administrador Bruno Perin, um jovem considerado fomentador do empreendedorismo e da disseminação do conceito startups no Brasil. E a palestra "Competências essenciais para o Empreendedor do século XXI", proferida pelo administrador Vinícius Nejaim, Mestre em Administração de Empresas, especialista em Estratégia e Gestão de Pessoas e consultor empresarial. As dúvidas são esclarecidas pelos contatos: (79) 3214-2229/assessoria@crase.org.br

 

PENSAMENTO: “Há um punhado de homens que conseguem enriquecer simplesmente porque prestam atenção aos pormenores que a maioria despreza.” Henry Ford

Colunista Diego da Costa
Diego da Costa
Diego da Costa é Administrador, CRA-SE 203501, Especialista em Marketing, Líder Coach Psicopositivo, Coach ISOR, Conselheiro Federal de Administração representando Sergipe, Associado fundador do Rotary Club de Aracaju Nova Geração, fundador do Conselho de Jovens Empreendedores de Sergipe, Consultor GoTeam e Mentor OneLife.

 

O conteúdo desta publicação é de responsabilidade do colunista.

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