Covid-19
Atividades não essenciais terão horário alternado em Aracaju; confira
Medida visa reduzir aglomerações no transporte público da Região Metropolitana
Cotidiano | Por Will Rodriguez 08/04/2021 11h20 - Atualizado em 08/04/2021 18h09

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, assinou na manhã desta quinta-feira (8) um decreto estabelecendo horários alternados para o funcionamento das atividades consideradas não essenciais na capital sergipana. A medida visa reduzir a concentração de pessoas em ambientes públicos para evitar a disseminação da covid-19 e começa a valer na próxima segunda-feira, dia 12.

Conforme o decreto, comércio e demais atividades empresariais no Centro devem funcionar de segunda a sexta-feira de 9h às 18h. Nos demais bairros, de 10h às 19h, incluindo shoppings e supermercados. Os mercados públicos devem abrir de 6h às 15h. Os bancos poderão funcionar de 9h às 15h.

Desde o começo desta semana, a alternância de funcionamento já vem sendo adotada nas repartições públicas da Prefeitura Municipal. Confira aqui. 

As restrições para bares, restaurantes, comércios, salões de beleza, templos religiosos e praias aos finais de semana estão mantidas.

O transporte público que atende a Região Metropolitana permanece tendo a frota reduzida a partir das 20h e o encerramento das atividades às 22h, retomando a circulação às 5h da manhã, por conta do toque de recolher vigente em todo o Estado. "A expectativa é reduzir cerca de 30% do fluxo nos ônibus em horários de pico porque 100% da frota estará circulando", disse Edvaldo.

O escalonamento de atividades comerciais e serviços já vinha sendo discutido há mais de duas semanas, principalmente, por conta das frequentes aglomerações no transporte público em horários de pico.

A sobrecarga das redes pública e privada de saúde na capital é o principal motivo para a adoção do revezamento no período de abertura das atividades econômicas. Conforme o último boletim da Secretaria de Estado da Saúde, 27 pessoas estavam à espera da liberação de um leito de UTI nos dois Hospitais Municipais. Já na rede privada, 10 pacientes estão esperando uma vaga.

No ano passado, as atividades consideradas não essenciais ficaram suspensas por três meses na capital sergipana, entre março e junho. Este ano, alguns setores estão sendo impactados há um mês com a limitação de horário e ocupação, além do fechamento aos finais de semana, como é o caso de bares e restaurantes. 

Edição de texto: Monica Pinto
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