Décimo-terceiro salário deve injetar R$ 1,5 bilhão na economia sergipana | F5 News - Sergipe Atualizado

Décimo-terceiro salário deve injetar R$ 1,5 bilhão na economia sergipana
Governo do Estado vai pagar a primeira parcela do benefício no próximo dia 30
Economia | Por Laís de Melo 26/11/2021 12h05 - Atualizado em 27/11/2021 09h47


Trabalhadores de todo o país recebem até o próximo dia 30 de novembro a primeira parcela do décimo-terceiro salário. Em Sergipe, um total de 674 mil pessoas receberão o benefício, injetando cerca de R$ 1,5 bilhão na economia do estado, o que representa cerca de 2,9% do PIB sergipano, conforme apontam os dados do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). 

O Governo de Sergipe também realizará o pagamento da 1ª parcela do benefício aos servidores públicos até o dia 30 de novembro, conforme anunciado pelo chefe do Executivo, Belivaldo Chagas, no dia 18 passado. 

Segundo o estudo do Dieese, a maior parte do valor injetado corresponde ao pagamento dos trabalhadores do mercado formal (R$ 906,9 milhões), e dos assalariados dos setores público e privado (R$ 897,8 milhões). Outra parte do valor é relativo aos empregados domésticos com carteira (R$ 9 milhões) e aos aposentados e pensionistas (R$ 600 milhões), sendo R$ 375 milhões referente ao regime geral (beneficiários do INSS), R$ 197 milhões do regime próprio do Estado e R$ 27 milhões do regime próprio dos municípios. 

Ainda conforme aponta o Dieese, o valor médio do 13º em Sergipe é de R$ 1.901, abaixo da média nacional, que ficou em R$ 2.539. 

“É um montante significativo que, com certeza, vai dinamizar o comércio neste fim de ano. Vale ressaltar que muitos desses trabalhadores já receberam a primeira parcela e têm direito a receber a segunda parcela até 20 de dezembro. Aposentados e pensionistas tiveram o adiantamento do pagamento. Tem Estados que adotam o pagamento antecipado na data de aniversário”, observa o economista e dirigente do Dieese Sergipe, Luís Moura. 

O benefício do 13º é destinado a todos os trabalhadores, sejam urbanos, domésticos ou rurais que se encontrem exercendo atividade de carteira assinada. No Brasil, o pagamento do benefício injetará cerca de R$ 232,6 bilhões na economia, o que representa aproximadamente 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Edição de texto: Monica Pinto
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