Déda vê força em João, mas diz que pesquisas mostram também sua queda | F5 News - Sergipe Atualizado

Déda vê força em João, mas diz que pesquisas mostram também sua queda
Em 2010, João teve 45% dos votos. Pesquisas lhe dão 35% para a PMA
Política 16/09/2011 10h19

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Por Joedson Telles

Na manhã desta sexta-feira 16, antes de embarcar para a visita à ponte Gilberto Amado, ao lado de jornalistas, radialistas e aliados políticos, o governador Marcelo Déda (PT) comentou os números das últimas pesquisas que apontam o ex-governador João Alves Filho (DEM) como o favorito entre o eleitorado para ser o próximo prefeito de Aracaju, a partir de 2013. Segundo o governador, ao contrário do que vela a oposição, João Alves não estaria em ascensão, mas em queda, já que teve 45% dos votos válidos de Aracaju na eleição de 2010, e aparece, agora, com 35% das intenções de voto.

“Tenho uma grande aliada em minha vida: a minha memória. Eu costumo fazer as minhas analises examinando como foram as eleições passadas. Não faço um exame com a pesquisa isolada no tempo. Pego a pesquisa de hoje, comparo com a eleição do passado, faço o exame e tiro as minhas conclusões. Em política, nada é óbvio. Tudo exige reflexão. Estudo. O que essa pesquisa revela? Primeiro lugar: doutor João Alves lidera a corrida sucessória no município de Aracaju com o índice de 35%. Segundo: se você examinar, o único nome que está posto como candidato a prefeito de Aracaju, desde outubro de 2010, é o de doutor João Alves Filho”, examinou Déda.

Segundo o governador, essa pré-candidatura de João Alves (embora o ex-governador não tenha admitido que entrará na disputa pela Prefeitura de Aracaju) é fruto da sua vitória em Aracaju nas eleições para o Governo do Estado. “Aí se transformou na bóia de salvação dos partidos de oposição, que se abraçaram nele como uma bandeira para 2012. Então, era natural que ele despontasse na liderança. Além do mais, ninguém pode negar o prestígio político de doutor João Alves. Ele tem liderança. Tem voto. Não adianta negar, porque ele é oposição, que ele não é um nome forte. Agora, vamos examinar uma coisa: com quantos votos doutor João Alves saiu de Aracaju nas eleições de 2010? 45%, aproximadamente. Era de se esperar que ele mantivesse o capital político de 2010. Mas a pesquisa revela que 10 pontos evaporaram”, observa.

Déda analisa os números e chega à conclusão: o ex-governador João Alves lidera as pesquisas, mas dentro da sua base eleitoral – algo em torno de 1/3 do eleitorado de Aracaju. “Ao contrário do que as pessoas possam interpretar, essa pesquisa revela a força da candidatura da oposição, mas revela (também) um imenso horizonte de possibilidade para os partidos ligados ao governo. Na prática, 65% do eleitorado não escolheu essa candidatura (João). Que há condições de construir um nome (na situação). Em 2008, doutor João ameaçava ser candidato e Edvaldo Nogueira tinha menos de 10 pontos. E todo mundo dizia que Edvaldo não ganharia a eleição. Eleição é campanha, é debate, é construção de projeto e programa. A eleição será dura. Quero reconhecer a força política do nosso adversário, mas para nós o processo está ainda começando. Sequer temos nome. Na hora que as forças políticas que integram a base se unificarem e apontarem um candidato, esse nome, naturalmente, empatará com o candidato da oposição, e vamos disputar aquilo que falta para conseguir a maioria. Será uma eleição disputada. É assim que se dá o jogo”, disse.

Com informações da FM Liberdade      

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